EUSOC, encontro de usuários do SOC reúne profissionais da saúde, focados em segurança do trabalho. Veja cases de sucesso de SESMT.
O que os grandes SESMTS usam para uma gestão eficiente que reduz custos e melhora a saúde dos colaboradores? A pergunta foi respondida no EUSOC 2025, em novembro, numa discussão mediada por Marcos Taquetto, executivo de vendas do SOC.
A palestra foi patrocinada pela HR Path e reuniu diferentes profissionais da saúde com jornadas de sucesso no SOC, como o Dr. Fernando Akio Mariya, Diretor Médico da América Latina da P&G, o Dr. Altemir Ferro, Diretor Global de SST da MBRF e o Dr. Phelipe Felício, Gerente de Saúde e Bem-estar e de OLS (Obrigações Legais de Segurança) na Rumo, todos com um objetivo em comum: elevar o nível do bem-estar, saúde e segurança do trabalhador.
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Case de Sucesso SESMT: P&G com o SOC
O Dr. Fernando Akio Mariya, Diretor Médico da América Latina da P&G, relembra o passado da gestão da empresa global antes da implementação do SOC. Antes, tabulações, prontuários e indicadores eram registrados em papel e, apesar dos desafios da implementação do sistema de SST, o doutor destaca: “Como todo processo de implementação, tivemos que quebrar barreiras de que a informática era uma necessidade e capacitar nossas equipes também”.
Agora, depois de mais de 10 anos de jornada com o SOC, o Diretor Médico afirma:
“No final das contas, deu certo! O maior desafio inicial era provar que o digital não dava mais trabalho. Depois eles entenderam que a implantação do SOC agilizou e facilitou!”.
Resolução de problemas e retorno lucrativo para SESMT
Com o foco em gestão de risco e apoio do SOC, tornaram-se evidentes os principais problemas ergonômicos da empresa, que então, foram resolvidos: “Depois de eliminar o risco, vimos que progressivamente, as pessoas afastadas foram voltando a trabalhar e não se afastavam novamente.”, confirma o Dr. Akio.
Em casos como o da fábrica de Louveira, São Paulo, uma das fábricas mais modernas globalmente da P&G, os afastamentos foram liquidados, como exemplificado pelo médico: “Os trabalhadores estão agora em um ambiente seguro, saudável, sem risco de adoecimento. Por conta disso, foram ‘zerados’ os afastamentos” e complementa: “Anualmente, deixamos de pagar quase 9 milhões de reais para o INSS por conta disso.”.
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MBRF com o SOC
A jornada do Dr. Altemir Ferro, Diretor Global de SST da MBRF, com o SOC teve início no Rio Grande do Sul com empresas terceiras, então quando foi encarregado de otimizar os serviços da Marfrig, uma de suas contribuições iniciais foi implementar um sistema de padronização de processos. Desde trabalho manual até a necessidade de armazenamento de arquivo ativo e inativo, de acordo com o doutor, o SOC veio para facilitar processos: “Recebíamos uma série de documentos e tudo isso era armazenado em meio físico. Com o SOC, comecei a ter lançamento de prontuários, exames complementares, relatórios médicos, receituários etc. tudo em meio digital.”.
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Expansão e Economia
Ano retrasado houve a fusão da Marfrig com a BRF, agora MBRF, com 138 mil colaboradores espalhados por 119 países, e entre as dificuldades da empresa com o sistema de gestão de SST, a principal tem sido traduzir o SOC para sete línguas internacionais. Quanto ao Brasil, Dr. Altemir explica que seu maior desafio está na segurança, com a intenção de favorecer o SOC: “Juntando o custo que eu tinha com cinco programas diferentes para fazer a gestão de segurança e priorizando o SOC, teremos uma economia anual de 7 milhões para a empresa.”.
Rumo com o SOC
O Dr. Phelipe Felício, Gerente de Saúde e Bem-estar e de OLS (Obrigações Legais de Segurança) na Rumo, empresa com 10 anos no mercado e um ano de parceria com o SOC, expõe os desafios iniciais com armazenamento de dados da jovem empresa: “Cheguei aqui na Rumo e via um SESMT muito sobrecarregado, pulverizado, cada área de segurança e saúde respondia a uma determinada gerência.” A situação gerava problemas para a gestão, como exemplificado por Phelipe: “Muitas fontes de dado causam múltiplas fontes de verdade e, consequentemente, mais retrabalho, o que é um problema. […] Lembro que quando cheguei, ficava em dúvida: ‘tem tantos dados que qual é o verdadeiro?’.”.
A padronização mudou a perspectiva da Rumo: “Sair dos achismos é um grande ponto da gestão por indicadores. Não apenas mensurar, mas no que agir.”.
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Superando desafios
Sobre desafios, o Gerente pontua que no início houve resistência à implementação do sistema: “A dificuldade não é técnica, é mudar a cultura [da empresa]. Mudar comportamentos, rotina, status quo e engajar o público.” mas com a abordagem transparente, que evidenciava o valor da atualização, a evolução foi consequente: “Transparência, treinamento contínuo e ganho rápido. Quando o time e a empresa conseguem enxergar os benefícios, a curto, médio e longo prazo, a ‘virada’ acontece!”.
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